Uma civilização alienígena nos confins
da nossa galáxia descobre finalmente um planeta que parece ter vida
inteligente. Em grande exaltação e sem demoras enviam um cientista matemático –
por ser essa a linguagem do universo – para analisar o nosso planeta. No
regresso depois de ter estudado a nossa civilização minuciosamente e ao
perguntarem-lhe o que tinha achado, meio desanimado, o matemático diz o seguinte: «Um
louco por cada família, uma família de loucos por cada aldeia, uma aldeia de
loucos por cada vila, uma vila de loucos por cada cidade, uma cidade de loucos
por cada país, um país de loucos por cada continente, um continente de loucos
por cada planeta, um planeta de loucos por cada sistema solar. Enfim, apenas a confirmação da estatística: frequência da
ocorrência de eventos. Por outras palavras... tivemos azar.»
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